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quarta-feira, janeiro 21, 2026

Achei que já estava morta, diz mãe que asfixiou e enterrou filha de 10 anos viva

Ela foi condenada a 39 anos, 8 meses e 4 dias de reclusão

A ré cabeleireira Emileide Magalhães, 31 anos, foi condenada a 39 anos, 8 meses e 4 dias de reclusão, em regime fechado, pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, comunicação falsa de crime e corrupção de menores.

De acordo com a denúncia oferecida pelo MPMS, em 21 de março de 2020, na comarca de Brasilândia, a ré estrangulou a própria filha, Gabrielly Magalhães de Souza, de 10 anos, posteriormente, enterrou-a ainda com vida, causando-lhe asfixia e relata que achou que a criança já estava morta.

O Conselho de Sentença acatou as quatro qualificadoras do homicídio: motivo cruel, asfixia, recurso que dificultou a defesa da vítima e assegurar a ocultação e impunidade de outros crimes. As agravantes relacionadas ao fato de o crime ter sido praticado contra descendente e em situação de pandemia declarada, bem como os crimes de ocultação de cadáver, comunicação falsa de crime e corrupção de menores (já que corrompeu o filho a praticar atos infracionais contra a irmã) contribuíram para o aumento da pena final. Foi negado à ré recorrer em liberdade.

O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri de Três Lagoas, presidido pelo Juiz Rodrigo Pedrini Marcos. A acusação em plenário foi sustentada pelo Promotor de Justiça Luciano Anechini Lara Leite.

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