A Pandemia empurrou grande número de famílias para as favelas. São pessoas que já viviam na linha tênue entre serviço esporádico ou temporário e o desemprego e, consequentemente, sem renda mensal. Trata-se de grupo de pessoas considerados seres invisíveis da sociedade e agora estão se virando como podem para sobreviver ante uma crise sem precedentes. E, é aí que surge uma luz no fim do túnel. A vulnerabilidade, a desesperança e o fantasma da fome são amenizados por uma ação efetiva do Governo de Mato grosso do Sul.
Trata-se do programa Mais Social, um auxílio financeiro de R$ 300 para famílias em situação de vulnerabilidade. O benefício foi criado ano passado, junto com um pacote de outras ações, para socorrer os mais atingidos pela pandemia da Covid-19.
A maioria desta camada da população vive hoje de bicos, e na situação em que se encontra o País, muitos já nem conseguem emprego, e não sabem ao certo quando poderão voltar a retomar a vida de antes.
O recurso é muito bem-vindo para quem sofre com orçamento apertado e tem que pagar as contas e garantir o alimento de cada dia.
Caso de dona Rosangela Aparecida da Silva, ela recebe R$ 300 mensal. Ela mora em uma pequena casa, na Rua Piraputanga, no Jardim Noroeste, junto com o marido, dois filhos e dois netos. Uma das filhas, de 24 anos, é a única a prestar serviço fora cuidando de um idoso. Pelo trabalho recebe R$ 400. Junto com o valor do Mais Social completa renda de R$ 700 mensalmente.
“O Mais Social tem nos ajudado muito. Usamos o dinheiro para comprar gás de cozinha, arroz e feijão. O almoço de hoje é graças ao Governo do Estado”, disse Rosangela.

Morando com o marido, dois filhos e dois netos na mesma residência, Rosangela explica que o benefício estadual tem sido praticamente uma das únicas rendas da família. “Recebemos R$ 300 do Governo do Estado e minha família ganha R$ 400 por mês cuidando de um idoso. O Mais Social é essencial e a garantia para que possamos comprar comida. Somos muito Gratos ao Governo do Estado”, completou.




