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sexta-feira, agosto 29, 2025

Ministro afirma que saneamento é o maior desafio ambiental da Amazônia

Dados do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional apontam que a Amazônia recicla menos de 3% dos resíduos sólidos gerados. A pasta classifica a escassez de saneamento e de tratamento de resíduos como o principal problema ambiental da região. No Amapá, a taxa de reciclagem é estimada em cerca de 1%.

A informação foi divulgada durante participação do ministro Waldez Góes no programa Bom Dia, Ministro, da EBC. Na mesma ocasião, o ministério lançou, na segunda-feira (25), o Atlas de Territórios Brasileiros para Parcerias Público-Privadas de Manejo de Resíduos Sólidos.

Em relação às relações comerciais com a China, a pasta informou que há três memorandos de cooperação com o governo chinês, um dos quais foca em desenvolvimento regional, produtos da biodiversidade e logística. Como parte dessa estratégia, foi criada uma rota marítima entre a região da Grande Baía Guangdong–Hong Kong–Macau e o Porto de Santana das Docas, no Amapá. O primeiro navio vindo da China por essa rota deve chegar ao porto no sábado (30).

O ministério também comunicou a ampliação do programa AgroAmigo, que concede apoio financeiro a pequenos produtores. Antes restrito ao Nordeste, o programa passa a atender a agricultura familiar do Norte e do Centro-Oeste. Segundo a pasta, a medida busca reduzir perdas entre produtores de municípios isolados na Amazônia, especialmente em períodos de estiagem e baixa dos rios.

Ainda sobre o AgroAmigo, a iniciativa prevê mecanismos de rebatimento em empréstimos para produtores afetados por dificuldades decorrentes da estiagem, e estimula a organização por meio de cooperativas e associações. A pasta orienta, além disso, a participação desses grupos em programas de aquisição de alimentos, como o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar).

O ministério ressaltou a importância da agricultura familiar para o abastecimento interno de alimentos, enquanto grande parte da produção em escala é destinada à exportação.

Por fim, foi anunciado um novo acordo com a Agência Brasileira de Desenvolvimento da Indústria (ABDI) para incentivar a industrialização na Amazônia. A iniciativa visa agregar valor à matéria-prima local e ampliar a capacidade produtiva da região, incluindo setores como o farmacêutico.

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