Núbia de Oliveira ficou em terceiro lugar na Corrida Internacional de São Silvestre, repetindo a posição obtida no ano passado. Com 23 anos e em sua quarta participação na prova, ela foi a melhor brasileira no pelotão feminino, completando o percurso em 52 minutos e 42 segundos — tempo inferior ao de 53 minutos e 24 segundos registrado em 2023.
A vitória na categoria feminina ficou com a tanzaniana Sisilia Ginoka Panga, que concluiu a prova em 51 minutos e 08 segundos. Foi a primeira participação de Sisilia na São Silvestre e a primeira vitória de uma atleta da Tanzânia na história da corrida. Ao final da prova, a corredora recebeu atendimento médico.
A queniana Cynthia Chemweno terminou em segundo lugar, com 52 minutos e 31 segundos, repetindo a posição alcançada no ano anterior. O quarto posto ficou com a peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga (53:50) e a quinta colocação com a queniana Vivian Jeftanui Kiplagati (54:12).
A vitória de Sisilia interrompeu a sequência de triunfos de atletas quenianas na prova, que vinha desde 2016. A última brasileira a vencer a São Silvestre na categoria feminina foi Lucélia Peres, em 2006.
No masculino, o etíope Muse Gisachew venceu a corrida, fechando em 44 minutos e 28 segundos. Muse ultrapassou o queniano Jonathan Kipkoech Kamosong nos minutos finais, com diferença de quatro segundos entre os dois. O brasileiro Fábio de Jesus Correia foi o melhor representante do país na prova, alcançando a terceira posição.
O último triunfo de um brasileiro na São Silvestre no masculino aconteceu em 2010, com Marilson Gomes dos Santos. No feminino, a última campeã brasileira permanece Lucélia Peres, em 2006.




