Foram registrados, no sábado (3), ataques militares dos Estados Unidos em território venezuelano que resultaram na retirada forçada do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. A operação deixou mortos entre as forças de segurança do presidente e provocou explosões em Caracas.
Após a ação, Maduro desembarcou detido em Nova York, onde permanece sob custódia norte-americana. O governo dos Estados Unidos informou que ele responderá a acusações relacionadas a uma suposta ligação com o tráfico internacional de drogas.
Como justificativa para a intervenção, as autoridades dos EUA apontaram que Maduro teria conexões com grupos narcoterroristas que abasteceriam o mercado interno norte-americano com drogas.
O episódio reavivou discussões sobre soberania nacional e sobre o respeito às normas do direito internacional, além de gerar preocupação quanto ao impacto na estabilidade regional. A Venezuela detém as maiores reservas de petróleo do mundo, fator que pode ampliar o alcance geopolítico do caso.
Autoridades e observadores internacionais acompanham a sequência dos acontecimentos, incluindo possíveis repercussões diplomáticas e econômicas entre Estados Unidos, países da América Latina e potências com interesses na região.




