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sábado, fevereiro 7, 2026

Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa destaca defesa da liberdade de crença e do respeito à diversidade

21 de janeiro é o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. A data lembra a necessidade de respeito à diversidade de crenças e à liberdade religiosa garantida pela Constituição Federal. Também homenageia Mãe Gilda de Ogum (Ialorixá Gilda de Ogum), vítima de ataques ao seu terreiro na Bahia e referência no combate ao racismo religioso no país.

Em Mato Grosso do Sul, a Secretaria de Estado da Cidadania desenvolve ações para enfrentar violações de direitos decorrentes da discriminação religiosa, com foco nas populações e comunidades de matriz africana, historicamente sujeitas a estigmas e violência simbólica e institucional.

Entre as iniciativas estaduais está o programa MS Sem Racismo, lançado em 2025. De caráter permanente e intersetorial, o programa busca combater o racismo estrutural e institucional e assegurar direitos de populações negras, indígenas, povos e comunidades de terreiro e outros grupos étnico-raciais historicamente discriminados.

O MS Sem Racismo prevê a criação e padronização de protocolos de atendimento antidiscriminatórios, ações para ampliar acesso a direitos e oportunidades, medidas de visibilidade e combate a estereótipos, além de iniciativas de inclusão produtiva e fomento ao empreendedorismo para reduzir a vulnerabilidade social e econômica dessas populações.

A programação do dia 21 em Campo Grande inclui uma roda de conversa no terreiro Sanzala, no Jardim Nhanhá. O encontro ocorrerá às 19h, na Rua Floriano Paula Correa, 831.

A atividade terá participação de representantes da Secretaria da Cidadania: Manuela Nicodemos Bailosa (Subsecretaria de Políticas Públicas para as Mulheres), Larissa Diniz Paraguaçu (Subsecretaria de Políticas Públicas para as Pessoas Idosas), Mikaella Lima (Subsecretaria de Políticas Públicas para a População LGBTQIA+) e Deividson Silva (Subsecretaria de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial). Os temas previstos abrangem liderança feminina nos terreiros, envelhecimento e transmissão de saberes, acolhimento à população LGBTQIA+ nesses espaços e os avanços do programa MS Sem Racismo no enfrentamento à intolerância religiosa.

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