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sexta-feira, março 13, 2026

4,3 mil focos de calor em janeiro: alta de 46% frente a 2025

Janeiro de 2026 começou com alta alarmante no número de focos de calor no país, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Nos primeiros 29 dias do ano foram detectados mais de 4,3 mil focos de calor, o dobro da média histórica para o mês. O total representa um aumento de 46% em relação a janeiro do ano anterior.

Desde o início da série histórica, em 1999, este foi o sexto pior início de ano registrado e o segundo pior da década, ficando atrás apenas de 2024.

As regiões Norte e Nordeste concentram a pior parte do quadro, pressionadas por uma seca severa. O Pará liderou o ranking estadual, com 985 focos. O Maranhão registrou o maior número de incêndios para um mês de janeiro em toda a sua série histórica. Ceará e Piauí também figuram entre os estados mais afetados.

Vale lembrar que um ponto quente identificado por satélite não equivale necessariamente a um incêndio de grandes proporções em áreas florestais. Registros históricos indicam, ainda, que anos que começam com janeiro com muitos focos tendem a encerrar com índices de queimadas acima da média nacional.

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