Mato Grosso do Sul avança na garantia de identidade e cidadania por meio da emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN). A ação integra a política estadual de identificação civil, coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e executada pela Polícia Científica, por intermédio do Instituto de Identificação Gonçalo Pereira.
Em 2025, o Instituto realizou mais de 130 ações itinerantes em várias regiões do Estado. Nessas campanhas foram emitidos mais de 10 mil documentos em mutirões destinados a populações ribeirinhas, quilombolas, indígenas, comunidades rurais e pessoas em situação de vulnerabilidade social.
As atividades itinerantes fazem parte do Contrato de Gestão entre a Sejusp e o Governo do Estado e seguem a diretriz de um governo inclusivo. Os mutirões são organizados conforme demanda municipal e envolvem deslocamento de equipes de peritos papiloscopistas para coleta biométrica e orientação sobre o novo modelo da CIN.
Em muitos locais, as ações ocorrem de forma integrada com órgãos estaduais, municipais e federais, reunindo diversos serviços públicos em um único atendimento. Além das campanhas externas, a identificação civil conta com uma estrutura permanente para assegurar continuidade do serviço em todo o território sul-mato-grossense.
Atualmente, o Estado dispõe de 93 postos de identificação em funcionamento. Em 2025 foram confeccionadas 342.170 Carteiras de Identidade Nacional. Desde o início da emissão do novo modelo, em janeiro de 2024, o total produzido alcança 651.247 documentos.
O Instituto também realiza atendimentos domiciliares, hospitalares e em instituições de acolhimento para pessoas com dificuldade de locomoção, mediante solicitação ao posto de identificação mais próximo.
A emissão do novo modelo da CIN inclui recursos para pessoas com deficiência. Até o momento foram expedidas 3.931 carteiras com o símbolo do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e 5.469 destinadas a cidadãos com outros tipos de deficiência, garantindo reconhecimento e prioridade no acesso a serviços.
No contexto do sistema prisional, a previsão é de aproximadamente 1.000 emissões ao longo de 2025, contribuindo para a regularização documental e a atualização de dados civis.




