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terça-feira, março 17, 2026

CNU convoca 712 candidatos para preenchimento de ficha de investigação social

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) convocou, em 17 de março de 2026, os candidatos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2025 para a etapa de Investigação Social e Funcional do novo cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

O Edital de Convocação nº 85/2026, publicado no Diário Oficial da União, lista 712 candidatos habilitados, tanto para vagas imediatas quanto para cadastro de reserva. A investigação social e funcional é eliminatória e visa comprovar se os aprovados satisfazem os requisitos para o exercício do cargo.

Preenchimento da FIP
Os convocados devem preencher a Ficha de Informações Pessoais (FIP) pelo sistema próprio usando o login da conta Gov.br, no período de 17 a 24 de março de 2026. Devem também encaminhar documentação exigida, entre elas:
– documentos de identificação (federais e estaduais/distritais);
– certidões criminais;
– comprovantes de residência;
– comprovantes de vínculos profissionais dos últimos cinco anos;
– comprovante de escolaridade.

O edital prevê complementação da FIP por meio de entrevistas e consultas a bases de dados oficiais, quando necessário.

Cronograma e procedimentos
Após o prazo para envio da FIP, a investigação contará com o apoio da Polícia Federal, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, e poderá incluir levantamento social e funcional dos candidatos.

O resultado preliminar da fase está previsto para 22 de maio de 2026, com classificação apenas como “apto” ou “inapto”. Recursos contra eliminações poderão ser apresentados entre 25 e 29 de maio. A publicação do resultado definitivo está marcada para 9 de junho de 2026.

Sobre o cargo
O cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa foi criado em junho de 2025. O CPNU, conhecido como “Enem dos Concursos”, é o primeiro certame a ofertar vagas para essa carreira, que integra o bloco temático 7 (Justiça e Defesa).

Os ocupantes do ATJD serão lotados no Ministério da Gestão, mas as 250 vagas ofertadas serão distribuídas entre órgãos responsáveis pela formulação, implementação e monitoramento de políticas públicas nas áreas de justiça, cidadania, defesa nacional, segurança pública e proteção de direitos.

A função tem foco em inteligência, gestão e elaboração de políticas públicas. Entre as atribuições previstas estão assistência técnica no planejamento, coordenação, implementação e supervisão de projetos e programas; análise de dados para apoiar o aprimoramento de políticas; e contribuição na definição de estratégias de execução, controle, monitoramento e avaliação de políticas de justiça, defesa nacional e segurança.

Segundo o MGI, a carreira foi estruturada para atrair profissionais com perfil técnico e visão transversal, capazes de atuar em temas intersetoriais entre diferentes órgãos públicos.

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