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segunda-feira, maio 11, 2026

Proprietário de Porsche que matou motorista de app em SP será julgado por júri popular

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) marcou para 29 de outubro o julgamento do empresário Fernando Sastre por júri popular. Ele está preso preventivamente desde 2024, após o acidente que matou o motorista de aplicativo Orlando da Silva Viana, na capital paulista.

A sessão está prevista para as 10h, no Plenário 7 do Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo.

Segundo a acusação do Ministério Público de São Paulo (MPSP), Sastre dirigia um Porsche a mais de 100 km/h em uma via cuja velocidade máxima era de 50 km/h. Se houver condenação, ele poderá responder por homicídio doloso qualificado, com pena de 12 a 30 anos de prisão, além de lesão corporal gravíssima, o que pode aumentar a punição total em um sexto.

O caso ocorreu em 31 de março de 2024, na Avenida Salim Farah Maluf, na zona leste da capital. De acordo com o inquérito policial, o carro conduzido pelo empresário atingiu o veículo de Orlando, que morreu no local. Um amigo de Sastre, que estava no automóvel de luxo, sofreu ferimentos graves.

As investigações também apontaram que, pouco antes da colisão, o empresário estava em um restaurante e havia consumido bebida alcoólica. Após o acidente, ele deixou o local com a ajuda da mãe. Sastre foi liberado pela Polícia Militar sem passar pelo teste do bafômetro.

A polícia teve acesso à comanda de consumo do restaurante, que indicava a ingestão de bebida alcoólica por pessoas que estavam no estabelecimento. Com base no conjunto de provas, a Justiça de São Paulo decretou a prisão de Sastre em 3 de maio de 2024. Ele ficou foragido por três dias e depois se apresentou às autoridades.

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