A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul realizou, na última sexta-feira, 15, uma nova etapa da operação que apura o homicídio de Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos, morto em 22 de março deste ano na região conhecida como cachoeira do Inferninho, em Campo Grande.
As investigações começaram após a localização do corpo por praticantes de rapel que frequentavam o local. A perícia apontou sinais de violência, e a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) passou a apurar o caso.
Na primeira fase da operação, os policiais identificaram dois suspeitos ligados ao crime: o proprietário do veículo usado no transporte da vítima e o dono da casa onde Canozi teria ficado em cárcere antes de ser morto. Na ocasião, foram presos temporariamente F.D.C., de 45 anos, e T.S.X., de 22 anos, ambos ainda detidos.
Com o avanço da apuração, a Polícia Civil identificou outros três envolvidos que teriam levado a vítima até a cachoeira onde o homicídio ocorreu. Na etapa mais recente, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão. Foram presos W.C.B.L., de 50 anos, e G.S.F., de 38.
Um terceiro suspeito, já identificado, continua foragido.
O inquérito segue em andamento para esclarecer a participação de outros possíveis envolvidos e eventuais mandantes do crime.




