A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira, 22, a parcela de maio do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5.
O valor mínimo do benefício é de R$ 600. Com os adicionais previstos no programa, o valor médio pago neste mês chega a R$ 678,01. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o Bolsa Família vai atender 19,08 milhões de famílias em maio, com repasse total de R$ 12,9 bilhões.
Além da parcela básica, o programa inclui três tipos de acréscimo. O Benefício Variável Familiar Nutriz concede seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até 6 meses, com o objetivo de reforçar a alimentação da criança. Há ainda um adicional de R$ 50 para gestantes e nutrizes, outro de R$ 50 por filho de 7 a 18 anos e um benefício de R$ 150 por criança de até 6 anos.
No modelo regular do programa, os pagamentos são feitos nos últimos dez dias úteis de cada mês. As informações sobre datas, valores e composição das parcelas podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem.
Em 217 cidades de nove estados, o pagamento foi antecipado para a segunda-feira, 18, independentemente do final do NIS. A medida atendeu principalmente municípios do Rio Grande do Norte afetados pela seca, além de localidades em Amazonas, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe. Muitas dessas regiões enfrentam efeitos de chuvas, estiagens ou têm populações indígenas em situação de vulnerabilidade.
Desde 2024, o Bolsa Família deixou de ter desconto referente ao Seguro Defeso, após alteração prevista na Lei 14.601/2023. O benefício é destinado a pescadores artesanais que ficam impedidos de trabalhar durante o período de reprodução dos peixes.
Em maio, cerca de 2,26 milhões de famílias estão enquadradas na regra de proteção, que permite manter 50% do valor do benefício por até dois anos quando há melhora da renda familiar, desde que a renda por pessoa não ultrapasse R$ 706. No mês, 159.248 novas famílias passaram a integrar essa faixa de transição.
A partir de 2025, o prazo de permanência nessa regra foi reduzido de dois para um ano, mas a mudança vale apenas para quem entrou na transição a partir de junho. Famílias enquadradas até maio seguirão recebendo metade do benefício por dois anos.




