O Grupo A da Copa do Mundo de 2026 aparece como um dos mais parelhos do torneio. A chave reúne México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca e terá a partida de abertura da competição. Em 11 de junho, mexicanos e sul-africanos se enfrentam no Estádio Azteca, na Cidade do México, às 16h no horário de Brasília.
Além do jogo inaugural, o México receberá outras partidas do grupo em dois estádios: o Akron, em Guadalajara, e o Gigante de Acero, em Monterrey. Uma única partida da chave será disputada nos Estados Unidos, em Atlanta.
Anfitrião do Mundial pela terceira vez, o México disputará sua 18ª Copa do Mundo. As melhores campanhas da seleção foram justamente nas edições de 1970 e 1986, quando chegou às quartas de final.
Sob o comando de Javier Aguirre, o time mexicano tenta avançar em um grupo equilibrado, mesmo sem contar com grandes estrelas no elenco. As principais referências são o atacante Raúl Jiménez, do Fulham, e o goleiro Guillermo Ochoa, veterano com cinco participações em Copas.
A África do Sul, adversária do México na estreia, é a seleção com menos experiência em Mundiais entre as quatro integrantes da chave. Dirigido pelo belga Hugo Broos, o país disputará sua quarta Copa do Mundo.
Para buscar a primeira classificação às oitavas de final em sua história, a equipe sul-africana aposta em nomes como o goleiro Ronwen Williams e o volante Teboho Mokoena, ambos do Mamelodi Sundowns. Outro destaque é o atacante Lyle Foster, do Burnley, da Inglaterra.
A Coreia do Sul chega à sua 12ª participação em Copas. A seleção asiática será comandada por Hong Myung Bo, que já havia treinado o país no Mundial de 2014, no Brasil.
O principal nome sul-coreano segue sendo Son Heung-min, hoje no Los Angeles FC. Aos 33 anos, o atacante construiu a maior parte de sua trajetória no Tottenham. O grupo também conta com o zagueiro Kim Min-jae, do Bayern de Munique, e o meia-atacante Lee Kang-in, do Paris Saint-Germain.
Fechando a chave, a República Tcheca disputará sua décima Copa do Mundo, considerando a herança esportiva da antiga Tchecoslováquia. A seleção europeia garantiu vaga na repescagem continental, após eliminar Irlanda e Dinamarca nos pênaltis.
O time é comandado por Miroslav Koubek e tem como principal destaque o centroavante Patrik Schick, do Bayer Leverkusen.




