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domingo, fevereiro 15, 2026

Decretada prisão preventiva de mãe e filha acusadas de assassinar pecuarista

Presas no fim do dia deste sábado (30), por crime de latrocínio (roubo seguido de morte), contra a vítima assassinada, a pecuarista, Andreia Aquino Flores de 38 anos, as acusadas, Lucimara Rosa Neves, 43 anos, e Jessica Neves Antunes de 24, sendo mãe e filha, passaram por audiência de custodia durante a manhã deste domingo (31), e tiveram prisão convertida em flagrante pelo crime ser considerando violento e gravíssimo, ambas foram encaminhadas ao Instituto Penal Feminino Irmã Zorzi, em Campo Grande.

De acordo com o Campo Grande News, na deliberação assinada pelo juiz plantonista, Aluízio Pereira dos Santos, a natureza do crime foi avaliada como “Fato delituoso grave, praticado mediante violência ou grave ameaça à pessoa, de modo que infiro não ser recomendável a concessão de medidas cautelares mais brandas”, determinou o magistrado.

O crime ocorreu na quinta-feira (28), sendo que as duas acusadas pelo crime trabalhavam para a vítima, e o intuído da mãe e filha era forçar a pecuarista fazer apenas transferência via pix no valor de 200.000 reais além de forçá-la a assinar alguns documentos. A ação das mulheres acabou fugindo do controle onde foi morta por asfixia a pecuarista Andreia dentro de sua residência em um condomínio da Chácara Cachoeira, em Campo Grande.

Após assassinato e Andreia ser encontrada morta, questionada as funcionárias (mãe e filha), elas relataram versões fora da realidade e de como os fatos haviam acontecido, coisas que não batia e nem era possível, além das ações das mulheres serem gravadas por câmeras de segurança do mercado atacadista da Rua, Marquês de Lavradio, Jardim São Lourenço, onde elas disseram ter sido rendidas, em seguida foram forçadas a entrarem no condomínio sobre ameaças de um suposto criminoso.

Ainda em versões fantasiosas das envolvidas, elas continuam, pouco depois, os autores obrigaram a funcionária mais velha a dar fugas os bandidos levando-os até o Bairro Tiradentes com o carro da pecuarista.  Ao chegar no referido bairro, liberaram a mulher. Já dentro da residência da vítima, a outra funcionária que disse estar amarrada por cordas em um cômodo conseguiu se soltar e foi até o quarto onde estava a Andreia, notando que ela já estava morta. O corpo estava com várias lesões e com marcas de asfixia.

Diante das informações, coletadas das mulheres, os policiais da Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos (Derf) realizaram a diligências para apurar a dinâmica do crime. E nas primeiras investigações notaram que a história relatada por elas estavam muito fantasiosa e já suspeitaram que ambas estaria mentindo e estaria envolvidas no crime.

Os registros das câmeras de segurança do Supermercado mostraram realidades totalmente diferente das histórias contadas pelas mulheres, no entanto notava o veículo da própria vítima, um Jeep no estacionamento, e apenas um homem entrou no carro tranquilamente e se sentou no banco de trás como se tudo já estivesse combinado.

Desta forma, mãe e filha foram presas por latrocínio e os policiais seguem a procura terceiro envolvido que continua foragido e que estaria com os objetos subtraídos da residência de Andreia no dia do ocorrido que desde então não foram localizados.

A vítima era de família tradicional da cidade de Ponta Porã e era proprietária de grande patrimônio.

O caso ainda segue em investigação.

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