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terça-feira, fevereiro 3, 2026

Mato Grosso do Sul reforça plano contra incêndios e mobiliza Corpo de Bombeiros no Pantanal

Mato Grosso do Sul intensificou ações de prevenção, monitoramento e combate a incêndios no Pantanal após detectar aumento recente de focos na região.

Incêndios atingem área limítrofe ao Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, ao norte da Serra de Bodoquena. Outros dois focos foram registrados no Nabileque e na parte norte do município de Corumbá, próximo ao Rio Paraguai.

A combinação de vegetação densa, recuperada dos incêndios de 2024, e um período prolongado de baixa pluviosidade é apontada como fator de risco para 2026. O Corpo de Bombeiros atua diretamente no combate e coordena ações com órgãos estaduais e federais. A unidade de Corumbá tem empregado equipes no enfrentamento dos focos pantaneiros.

Enquanto equipes trabalham no solo, outra frente organiza estratégias operacionais e promove integração com instituições ambientais para otimizar a resposta.

Entre 1º e 26 de janeiro, satélites detectaram 69 focos ativos no Pantanal, contra 34 no mesmo período do ano anterior, segundo dados do BDQueimadas. Apoio aéreo com a aeronave Air Tractor tem sido empregado na região do Morro do Azeite para identificar focos e direcionar as equipes em solo.

Desde 2024, quando o estado viveu a pior temporada de incêndios de sua história, o governo estadual ampliou medidas estruturantes. Foram reforçadas a integração entre órgãos de resposta, a logística e a operação, além de investimentos em tecnologia e capacitação.

Uma das estratégias adotadas foi a implantação de Bases Avançadas em diferentes áreas do Pantanal, com objetivo de acelerar o combate e reduzir a área afetada pelas chamas. Em 2025, essas ações contribuíram para uma redução expressiva tanto no número de focos quanto na extensão queimada.

O balanço da Operação Pantanal indica que 2025 foi o melhor ano desde o início da série histórica, em 1998, no que se refere a focos de calor: 1.844 registros até 31 de dezembro, abaixo dos 2.111 do primeiro ano da série. A área queimada caiu para 202.678 hectares em 2025, ante mais de 2,3 milhões de hectares em 2024.

As medidas e o alinhamento entre os órgãos ambientais iniciados em 2025 seguem em 2026, com reuniões e ajustes nos planos operativos para reforçar a atuação durante os períodos mais críticos da seca. A vigilância e os combates permanecem ativos no Pantanal.

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