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sábado, abril 4, 2026

Embaixador diz que nenhum brasileiro solicitou ajuda para sair do Irã

A Embaixada do Brasil em Teerã informou que nenhum cidadão brasileiro solicitou assistência para deixar o Irã após a ofensiva militar dos Estados Unidos e aliados no fim de semana.

A comunidade brasileira no país é pequena, estimada em cerca de 200 pessoas, formada majoritariamente por mulheres brasileiras casadas com iranianos. A comunicação com esse grupo tem ocorrido por meio de um canal de mensagens que opera de forma intermitente devido a restrições de internet.

O único registro de retorno voluntário é de um treinador de futebol que deixou o país por conta própria, cruzando a fronteira com a Turquia.

O governo brasileiro orientou a prestação de assistência consular aos seus cidadãos, a proteção da equipe da embaixada e o envio de informações sobre a situação local para subsidiar avaliações sobre a permanência do pessoal. Ainda não há decisão sobre a retirada completa da missão no país.

Relatos apontam que os ataques têm como alvos preferenciais estruturas militares e governamentais. Até o momento não foram verificados cortes generalizados de energia ou água, e os mercados permanecem abastecidos. Observa-se redução de pessoas nas ruas, mas a possibilidade de danos colaterais continua.

Foram registrados ataques frequentes e de grande intensidade, com emprego de explosivos potentes. Identificar com precisão quais prédios abrigam os alvos militares ou governamentais tem se mostrado difícil.

O regime iraniano é resultado de quatro décadas de construção institucional e inclui mecanismos constitucionais para substituição de autoridades.

Durante a agressão militar ocorrida no sábado (28), o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi assassinado. No domingo (1º) foi anunciada a formação de um órgão colegiado para sua substituição.

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