O número de brigadistas federais destinados ao combate a incêndios florestais subiu para 4.660, informou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, em apresentação das ações do governo para prevenção e controle do fogo em 2026.
Os profissionais serão organizados em 246 brigadas posicionadas nas áreas de maior risco. Metade dos brigadistas são indígenas e cerca de 10% têm origem quilombola, segundo dados divulgados pelo órgão.
O plano inclui também reforço de meios aéreos, navais e terrestres: 18 helicópteros, 14 aviões, 89 embarcações, 973 caminhões e 408 veículos especializados estarão disponíveis para as operações.
Entre os desafios apontados para o segundo semestre estão a provável influência do fenômeno El Niño — que tende a elevar ondas de calor e reduzir a quantidade de chuvas, aumentando o risco de incêndios — e o calendário eleitoral.
Ainda segundo o Ibama, o Brasil registrou queda de 39% nas áreas queimadas em 2025 em comparação com a média dos últimos oito anos.




