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sábado, janeiro 17, 2026

Enel prevê normalização do fornecimento de energia até amanhã

Um ciclone extratropical que provocou ventos fortes e estragos em São Paulo deixou mais de 417 mil moradores da Grande São Paulo sem energia elétrica, segundo registros desde a passagem do evento nos dias 10 e 11 de dezembro.

Regiões da capital, como Butantã, Bixiga e Pompeia, constaram entre as áreas afetadas. Em ao menos um ponto do centro, moradores realizaram protesto na noite de 12 de dezembro devido à persistência do apagão. Na Pompeia, uma mobilização estava prevista para o início da tarde, mas parte da região teve o fornecimento restabelecido antes da manifestação.

A Enel, distribuidora responsável pelo abastecimento na Grande São Paulo, informou que mobilizou um número recorde de equipes em campo desde a quarta-feira e afirmou trabalhar para normalizar o serviço. A previsão divulgada pela empresa aponta a expectativa de restabelecer a energia a todos os clientes até o fim do dia seguinte ao comunicado. A companhia também atribuiu as interrupções às condições meteorológicas adversas, que teriam provocado novas quedas de energia enquanto as equipes atuavam no restabelecimento.

Na noite de 12 de dezembro, a Justiça de São Paulo acatou pedido do Ministério Público e da Defensoria Pública para que a concessionária restabeleça o fornecimento em até 12 horas, sob pena de multa de R$ 200 mil por hora em caso de descumprimento. A Enel informou que não havia sido intimada da decisão e que prosseguia com trabalhos ininterruptos para restabelecer o serviço às áreas ainda afetadas.

Relatos locais apontam impactos como perda de alimentos que dependiam de refrigeração e dificuldades para pessoas com mobilidade reduzida em prédios sem elevador, além de transtornos ao trabalho remoto e à rotina de moradores. As operações de recuperação seguem em andamento.

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