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sábado, maio 30, 2026

Na OEA, Brasil classifica sequestro de Maduro como “afronta gravíssima”

O Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) realizou reunião extraordinária na terça-feira (6) para analisar a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro ocorrido no sábado (3). O Brasil esteve representado pelo embaixador junto à entidade, Benoni Belli.

Na segunda-feira (5), o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) fez sessão de emergência sobre o mesmo episódio, com participação do embaixador brasileiro junto à ONU, Sérgio Danese.

Agentes militares dos Estados Unidos retiraram, pela força, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, do território venezuelano. A operação provocou a morte de integrantes das forças de segurança do presidente e gerou explosões em Caracas, a capital venezuelana.

Após ser capturado, Maduro foi levado a Nova York. Segundo o governo dos Estados Unidos, ele será processado por suposta ligação com o tráfico internacional de drogas, com acusações que também envolvem narcoterrorismo e uso de armamento pesado.

O casal compareceu, na segunda-feira, a uma audiência de custódia no Tribunal Federal de Nova York. Ambos estão detidos em unidade prisional federal no bairro do Brooklyn, em Nova York.

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