Consumidores que compraram lotes contaminados de produtos de limpeza da Ypê, proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não devem descartar os itens por conta própria. A orientação é aguardar instruções da empresa sobre devolução, recolhimento ou destinação correta.
Segundo o Procon do Rio de Janeiro, a responsabilidade pela orientação ao consumidor e pelo recolhimento dos produtos é da fabricante. Quem tiver o item em casa deve interromper imediatamente o uso e procurar o Serviço de Atendimento ao Consumidor da Ypê.
A Anvisa suspendeu a fabricação, a comercialização e a distribuição de diferentes produtos da marca após identificar a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras de alguns frascos. O micro-organismo pode causar infecções, principalmente em pessoas com imunidade comprometida.
O atendimento da Ypê é feito pelo telefone 0800 1300 544. A empresa afirma ter reforçado a estrutura do SAC diante do aumento da procura.
Para pedir ressarcimento, a orientação é reunir o comprovante de compra e o produto adquirido e buscar o Procon ou outro órgão de defesa do consumidor do estado. Outra alternativa é solicitar a troca por uma unidade do mesmo produto, mas de lote diferente, no próprio supermercado ou loja onde a compra foi feita.
A medida é considerada a opção mais simples, já que os pontos de venda também estão recolhendo os itens suspensos para devolução ao fabricante.
Os lotes atingidos são apenas os que terminam com o número 1. Entre os produtos listados pela Anvisa estão linhas de lava-louças, lava-roupas e desinfetantes da Ypê e da marca Tixan Ypê, além de versões Clear Care, Green, Power ACT, Premium, Antibac, Coco e Baunilha, Primavera, Maciez, Bak Ypê, Atol e Pinho Ypê.




