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terça-feira, maio 12, 2026

OMS descarta sinais de um surto maior de hantavírus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (12) que, por enquanto, não há sinais de que o caso de hantavírus identificado em um navio de cruzeiro no Oceano Atlântico tenha evoluído para um surto de maior proporção.

Segundo a entidade, até o momento foram registrados 11 casos da doença, com três mortes. Todos os episódios ocorreram entre passageiros e tripulantes do navio MV Hondius.

Dos casos confirmados, nove foram associados à cepa Andes do hantavírus. Os outros dois seguem classificados como prováveis.

A OMS também afirmou que não houve novas mortes desde 2 de maio, data em que foi notificada pela primeira vez sobre a ocorrência. Todos os suspeitos e confirmados foram isolados e permanecem sob acompanhamento médico, o que reduz o risco de transmissão.

Com a repatriação dos passageiros, a responsabilidade pelo monitoramento da saúde de cada um passou a ser dos países de destino. A organização acompanha os relatos de um pequeno número de pessoas com sintomas compatíveis com o vírus Andes em articulação com essas autoridades.

A recomendação da OMS é que os passageiros do cruzeiro sejam observados por 42 dias a partir da última exposição ao vírus, em 10 de maio. O acompanhamento pode ocorrer em uma instalação de quarentena ou em casa, conforme a situação de cada caso. O prazo vai até 21 de junho.

A entidade orienta ainda que qualquer pessoa que apresente sintomas seja isolada e receba tratamento imediato. A OMS afirmou que continuará trabalhando com especialistas dos países envolvidos no acompanhamento da situação.

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