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sexta-feira, junho 12, 2026

SES promove oficina inédita e simulado para fortalecer preparação contra emergências em saúde pública

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul promoveu, entre os dias 8 e 10 de junho, uma agenda voltada ao reforço da preparação e da resposta a emergências em saúde pública. As ações incluíram uma oficina inédita sobre Vigilância Baseada em Eventos em estabelecimentos de saúde e um simulado de mesa para testar o Plano Estadual de Contingência para Vírus Respiratórios.

As atividades reuniram representantes de municípios estratégicos, da Rede CIEVS, da Renaveh, profissionais da vigilância em saúde, técnicos da secretaria, além de especialistas do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde.

Nos dias 8 e 9, a oficina priorizou o fortalecimento da vigilância ativa em unidades de saúde, com foco na detecção precoce de situações que possam representar risco à população. Participaram equipes de municípios prioritários e de fronteira, entre eles Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá e Ponta Porã.

A proposta integrou uma iniciativa desenvolvida desde o ano passado para aprimorar a vigilância de vírus respiratórios e ampliar a capacidade de resposta do Estado diante de possíveis surtos. A ação também estimulou a troca de experiências entre profissionais de diferentes regiões e setores da rede pública.

Segundo a SES, Mato Grosso do Sul sediou a primeira oficina desse modelo realizada no país, em reconhecimento às iniciativas já adotadas na área.

No dia 10, a programação avançou com um exercício simulado de mesa, restrito a servidores da secretaria. O objetivo foi avaliar o plano estadual, que abrange cenários relacionados à Covid-19, influenza e outros vírus respiratórios.

Durante o exercício, os participantes analisaram fluxos de atendimento, responsabilidades e articulação entre áreas da pasta a partir de situações fictícias de emergência sanitária. A etapa faz parte do processo de finalização e validação do plano de contingência.

A secretaria informou ainda que a atividade ajuda a identificar ajustes necessários para fortalecer a resposta do Estado diante de futuras pandemias, surtos ou outras ocorrências envolvendo vírus respiratórios.

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