Pequenos negócios representam 89% dos empreendimentos em Mato Grosso do Sul e contam com políticas específicas para desenvolvimento. Em 2025, o estado registrou 69.387 novas empresas formalizadas, segundo dados da Receita Federal.
A terceira edição do MS Empreende Mais foi realizada na segunda-feira (2) em Campo Grande, no auditório do Sebrae. O encontro marcou o convênio entre o Governo de Mato Grosso do Sul e o Sebrae para execução do programa Cidade Empreendedora, que prevê atendimento a 130 mil empresas.
Pela manhã o evento foi aberto ao público; à tarde houve sessão de negócios exclusiva para empresários, voltada à ampliação de redes e à busca de parcerias. O governador Eduardo Riedel participou das atividades.
O Cidade Empreendedora oferece suporte técnico e financeiro aos municípios, com foco na promoção de ambientes favoráveis ao empreendedorismo, à inovação e à sustentabilidade. O investimento estadual destinado a esta terceira edição é de R$ 16,4 milhões.
Até o momento, mais da metade dos 79 municípios sul-mato-grossenses já foi atendida pelo programa. Entre as entregas estão o Acordo Municipal de Gestão e o Plano de Desenvolvimento Municipal (PDM). A iniciativa utiliza metodologia própria, ferramentas de planejamento e acompanhamento contínuo para gerar resultados mensuráveis.
A cada ano, o estado tem ampliado a abertura de empresas em todos os portes. Entre 2021 e 2025, os pequenos negócios responderam por 84% a 96% das formalizações anuais. Nos primeiros 15 dias de 2026 foram abertas 3.100 empresas em Mato Grosso do Sul, das quais 98% classificadas como pequenos negócios. A formalização como MEI representou 87% do total.
Além do Cidade Empreendedora, o Sebrae-MS firmou com o governo estadual o convênio “Inovação e Sustentabilidade: Impulsionando o Desenvolvimento Econômico”, com objetivo de ampliar e diversificar a produção e incentivar a modernização e avanço tecnológico em setores estratégicos.
Também foram estabelecidas parcerias com a Secretaria de Estado da Cidadania (SEC) para ações que beneficiam mães de pessoas com deficiência, comunidades quilombolas e indígenas, além de programas de apoio a mulheres empreendedoras.




