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quarta-feira, março 11, 2026

Em 2025, 19 estados e o DF têm a menor taxa de desemprego já registrada

Dezenove estados e o Distrito Federal registraram em 2025 as menores taxas de desemprego desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012, segundo dados divulgados pelo IBGE. O índice nacional do ano ficou em 5,6%, a menor marca já registrada na série.

A Pnad analisa a população ocupada e desocupada a partir de 14 anos, considerando todas as formas de trabalho (com ou sem carteira, temporário, por conta própria etc.). Para ser classificada como desocupada, a pessoa precisa ter procurado emprego nos 30 dias anteriores à entrevista. A pesquisa abrange 211 mil domicílios em todas as unidades da federação e no Distrito Federal.

Estados com mínima histórica de desemprego (2025)
– Mato Grosso: 2,2%
– Santa Catarina: 2,3%
– Mato Grosso do Sul: 3,0%
– Espírito Santo: 3,3%
– Paraná: 3,6%
– Rio Grande do Sul: 4,0%
– Minas Gerais: 4,6%
– Goiás: 4,6%
– Tocantins: 4,7%
– São Paulo: 5,0%
– Paraíba: 6,0%
– Ceará: 6,5%
– Pará: 6,8%
– Maranhão: 6,8%
– Distrito Federal: 7,5%
– Amapá: 7,9%
– Sergipe: 7,9%
– Rio Grande do Norte: 8,1%
– Amazonas: 8,4%
– Bahia: 8,7%

Rondônia terminou 2025 com taxa de 3,3%, o quarto menor índice do país, embora não tenha registrado queda em relação ao ano anterior — seu recorde histórico é 3,1%, em 2023. Entre as unidades que atingiram mínima histórica, o Amazonas foi a única que não reduziu a taxa frente a 2024, mantendo 8,4%.

Classificação por taxa de desemprego (ranking 2025)
– Mato Grosso: 2,2%
– Santa Catarina: 2,3%
– Mato Grosso do Sul: 3,0%
– Espírito Santo: 3,3%
– Rondônia: 3,3%
– Paraná: 3,6%
– Rio Grande do Sul: 4,0%
– Goiás: 4,6%
– Minas Gerais: 4,6%
– Tocantins: 4,7%
– São Paulo: 5,0%
– Roraima: 5,1%
– Média Brasil: 5,6%
– Paraíba: 6,0%
– Ceará: 6,5%
– Acre: 6,6%
– Maranhão: 6,8%
– Pará: 6,8%
– Distrito Federal: 7,5%
– Rio de Janeiro: 7,6%
– Sergipe: 7,9%
– Amapá: 7,9%
– Rio Grande do Norte: 8,1%
– Alagoas: 8,3%
– Amazonas: 8,4%
– Bahia: 8,7%
– Pernambuco: 8,7%
– Piauí: 9,3%

Informalidade
A parcela de trabalhadores em condições informais no país ficou em 38,1% em 2025. Dezoito estados apresentaram níveis de informalidade superiores a essa média, com maior incidência nas regiões Norte e Nordeste. Trabalhadores informais geralmente não têm acesso a direitos como cobertura previdenciária, 13º salário, seguro-desemprego e férias.

Nível de informalidade por unidade da federação
– Maranhão: 58,7%
– Pará: 58,5%
– Bahia: 52,8%
– Piauí: 52,6%
– Ceará: 51,0%
– Amazonas: 50,8%
– Paraíba: 49,0%
– Sergipe: 48,2%
– Pernambuco: 47,8%
– Alagoas: 47,5%
– Rondônia: 46,1%
– Acre: 45,2%
– Amapá: 44,2%
– Roraima: 40,3%
– Tocantins: 39,7%
– Espírito Santo: 39,0%
– Rio Grande do Norte: 39,0%
– Rio de Janeiro: 38,5%
– Média Brasil: 38,1%
– Minas Gerais: 36,8%
– Mato Grosso: 36,3%
– Goiás: 35,1%
– Mato Grosso do Sul: 32,1%
– Paraná: 31,6%
– Rio Grande do Sul: 31,4%
– São Paulo: 29,0%
– Distrito Federal: 27,3%
– Santa Catarina: 26,3%

Rendimento médio mensal
O rendimento médio do trabalhador no país foi de R$ 3.560 em 2025. O Distrito Federal e oito estados fecharam o ano com rendimento acima dessa média, com destaque para o DF, impulsionado pelo elevado número de servidores públicos.

Rendimento médio por unidade da federação (R$)
– Distrito Federal: R$ 6.320
– São Paulo: R$ 4.190
– Rio de Janeiro: R$ 4.177
– Santa Catarina: R$ 4.091
– Paraná: R$ 4.083
– Rio Grande do Sul: R$ 3.916
– Mato Grosso do Sul: R$ 3.727
– Mato Grosso: R$ 3.688
– Goiás: R$ 3.628
– Média Brasil: R$ 3.560
– Espírito Santo: R$ 3.497
– Roraima: R$ 3.438
– Rondônia: R$ 3.362
– Minas Gerais: R$ 3.350
– Tocantins: R$ 3.129
– Amapá: R$ 3.089
– Rio Grande do Norte: R$ 3.003
– Sergipe: R$ 2.855
– Acre: R$ 2.794
– Amazonas: R$ 2.733
– Pernambuco: R$ 2.666
– Paraíba: R$ 2.577
– Piauí: R$ 2.561
– Alagoas: R$ 2.531
– Pará: R$ 2.508
– Ceará: R$ 2.394
– Bahia: R$ 2.284
– Maranhão: R$ 2.228

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