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quarta-feira, abril 29, 2026

Retrospectiva 2025: esporte olímpico brasileiro encerra o ano em alta

O primeiro ano após uma edição dos Jogos Olímpicos costuma marcar renovação e o início de um novo ciclo. Em 2025, a agenda cheia de campeonatos mundiais deixou espaço para surpresas e confirmações do protagonismo brasileiro em várias modalidades.

No Prêmio Brasil Olímpico, realizado no Rio de Janeiro, foram destacados dois atletas que faturaram títulos mundiais no ano. Maria Clara Pacheco conquistou o título mundial de taekwondo na categoria até 57 kg, em competição realizada na China. Caio Bonfim sagrou-se campeão mundial na marcha atlética dos 20 km no Japão; ele também havia sido prata nos 35 km no Mundial disputado em Tóquio.

No boxe, Rebeca Lima, carioca de 25 anos, venceu o Mundial em Liverpool, na categoria até 60 kg, assumindo a sequência deixada por Bia Ferreira, que migrou para o circuito profissional após títulos mundiais em 2019 e 2023 na mesma divisão.

Alguns atletas chegaram perto do ouro e, ainda assim, fecharam o ano com números positivos. O mesatenista Hugo Calderano foi vice-campeão mundial no Catar, venceu a Copa do Mundo realizada na China e somou três títulos em etapas do circuito mundial. A dupla formada por Calderano e Bruna Takahashi terminou o ano na sexta posição do ranking mundial de duplas.

A ginástica rítmica teve destaque ao sediar o Mundial no Rio de Janeiro. O conjunto brasileiro — composto por Nicole Pircio, Maria Paula Carminha, Eduarda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves — faturou duas medalhas de prata, uma no concurso geral e outra na rotina mista.

Em modalidades coletivas, os resultados foram mistos. A seleção feminina de vôlei ficou com o bronze em campeonato realizado na Tailândia, enquanto a equipe masculina foi eliminada ainda na fase de grupos do Mundial. No handebol, as seleções masculina e feminina pararam nas quartas de final; o sétimo lugar obtido pelo time masculino foi a melhor colocação da modalidade na história do país.

No surfe, Yago Dora voltou a colocar o Brasil no topo ao conquistar o título mundial da WSL. Com a conquista, o país alcançou oito títulos masculinos nas últimas 11 edições do circuito. Entre os surfistas brasileiros com pelo menos um título mundial estão Gabriel Medina, Adriano de Souza, Ítalo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora.

No tênis, João Fonseca teve temporada de salto na carreira: subiu do 145º para o 24º lugar no ranking da ATP. Aos 19 anos, o atleta venceu dois torneios de nível importante — em Buenos Aires e na Basileia — e acumulou vitórias contra adversários do top 25, preparando-se agora para uma temporada com mais cobrança e visibilidade internacional.

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