O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema de Saúde (Proadi-SUS), vinculado ao Ministério da Saúde, já beneficiou mais de 24 mil indígenas em áreas isoladas do país.
Os serviços foram oferecidos por 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) e incluíram atendimento pré-natal, capacitação para ações de saneamento e teleconsultas.
O programa atua em parceria com instituições hospitalares privadas, que forneceram plataformas eletrônicas para conectar médicos das Unidades Básicas de Saúde a centros menores em comunidades indígenas remotas.
No Norte e no Nordeste, o Proadi-SUS registrou avanços relevantes. Em Alagoas e Maranhão, 22 comunidades foram alcançadas, com 256 teleconsultas realizadas e 178 pacientes atendidos, por meio de parceria com a Beneficência Portuguesa de São Paulo.
Na Paraíba e no Piauí, a rede Hcor realizou 822 teleconsultas, com taxa média de resolução superior a 90%, evitando 747 encaminhamentos para níveis de atenção mais complexos.
Em Rondônia, o projeto TeleAMEs, executado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, instalou três pontos de telessaúde em unidades indígenas e atendeu 315 pessoas das etnias Karitiana, Suruí e Cinta Larga.
Na área Xavante, em Mato Grosso, o projeto Melhoria para Saúde Materna e Infantil e Prevenção ao Câncer do Colo do Útero na Saúde Indígena (MICC), também conduzido pelo Einstein, elevou a cobertura de rastreamento do câncer para 76% e o acompanhamento de gestantes para acima de 96%.




